Osteoporose e Fraturas
Crianças com capacidade limitada de locomoção correm risco de desenvolver baixa densidade mineral óssea ou osteoporose. A osteoporose é uma condição em que os ossos se tornam fracos e quebradiços, o que aumenta o risco de fraturas. Crianças com CNG estão especialmente suscetíveis às chamadas fraturas por fragilidade, que são fraturas que podem ocorrer facilmente com mínimo ou nenhum trauma conhecido.
Sua Equipe:
Um profissional médico que pratica medicina geral.
Um especialista multidisciplinar que ajuda a gerenciar os desafios médicos, sociais e emocionais dos cuidados complexos e/ou de longo prazo.
Especialista em dietas e nutrição, tanto na elaboração proativa de um plano alimentar quanto no tratamento de doenças relacionadas à desnutrição.
Especialista no tratamento de doenças ou lesões por meio de exercícios para melhorar o movimento e controlar a dor.
Médico especialista em reabilitação com o objetivo de restaurar e melhorar a capacidade funcional e melhorar a qualidade de vida. Consulte um especialista em ortopedia.
Médico especialista no diagnóstico e tratamento de distúrbios das glândulas endócrinas e hormônios.
Médico especialista no diagnóstico e tratamento de condições musculoesqueléticas e dor resultante. Esses especialistas recomendam tratamentos cirúrgicos e não cirúrgicos.
O médico pediatra pode avaliar e solicitar radiografias caso haja suspeita fratura óssea. Um médico de cuidados complexos e um nutricionista podem monitorar os níveis de eletrólitos e vitaminas no sangue. Um terapeuta físico ou especialista em medicina física e reabilitação pode desenvolver um programa de exercícios com carga e indicar os equipamentos adequados. Um endocrinologista pode orientar o tratamento medicamentoso da osteoporose, caso ocorra uma fratura por fragilidade. Já o ortopedista é responsável pelo tratamento de fraturas.
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Compreendendo os Riscos
A osteoporose aumenta o risco de fraturas por fragilidade, que são fraturas ósseas que ocorrem na ausência de trauma óbvio ou com trauma mínimo causado pelas atividades normais do dia a dia. Isso significa que não precisa haver um acidente ou causa conhecida para que a fratura ocorra. Você pode solicitar aos fisioterapeutas técnicas que diminuam o risco de fratura por fragilidade. Isso inclui formas seguras de vestir roupas e sapatos da criança, evitando torção dos membros, e maneiras seguras de transferi-la da cama para a cadeira e vice-versa. Essas técnicas também ajudam a diminuir o risco de lesões em quem cuida da criança. À medida que ela cresce, você pode perguntar sobre as opções de equipamento de apoio, como elevadores de pacientes (por exemplo, Hoyer Elevador) para uso em casa, embora isso possa não funcionar em todas as residências.
Prevenção
Atividades que envolvem sustentar o próprio peso e passar tempo em posição ereta fornecem estímulo aos ossos, ajudando a manter a densidade óssea e a prevenir osteoporose. Ficar em pé e caminhar são formas naturais de sustentar o peso. Se a criança não consegue sustentar o próprio peso para ficar em pé ou andar, fisioterapeutas, especialistas em reabilitação ou ortopedistas podem recomendar atividades e exercícios, além de equipamentos especializados como andador ou suporte de marcha.
Uma dieta rica em cálcio e vitamina D também é fundamental para manter a saúde dos ossos. O cálcio é o principal componente estrutural dos ossos, e a vitamina D ajuda o organismo a absorver o cálcio. Uma fonte comum de cálcio é o leite, e uma das principais fontes de vitamina D são os raios do sol. Muitas crianças com CNG têm dificuldade para consumir leite e, por limitações físicas, passam menos tempo expostas à luz solar. Um nutricionista pode recomendar mudanças na dieta ou determinar se a suplementação de vitamina D ou cálcio é necessária para melhorar a saúde dos ossos.
Testes
A densitometria óssea é um exame de imagem que utiliza baixos níveis de raios-X para medir a densidade mineral óssea. No entanto, pode-se presumir que uma criança que é incapaz de suportar o próprio peso corporal tenha osteoporose. Como os medicamentos usados para tratar a osteoporose em idosos, chamados bisfosfonados, podem ter efeitos colaterais a longo prazo, eles são indicados somente para crianças com osteoporose e fratura por fragilidade. A densitometria óssea é feita antes do início do tratamento para servir de comparação com os resultados após a terapia. O endocrinologista avaliará se faz sentido iniciar o uso de bisfosfonados ou apenas monitorar e tratar caso ocorram novas fraturas.
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